quinta-feira, 5 de julho de 2018

Estado não envia ração para cães que ajudam na segurança de presídios da Zona da Mata há três meses

IMAGEM: G1 ZONA DA MATA

O Estado de Minas Gerais não envia ração para cães das unidades prisionais da Zona da Mata há três meses. A denúncia foi feita pela Associação do Sistema Socioeducativo e Prisional de Juiz de Fora (Asprijuf).
Em nota, a Secretaria de Estado de Administração Prisional (Seap) afirmou que está ciente da questão, causada porque o fornecedor de rações não cumpriu o contrato e, por isso, está sofrendo sanções administrativas. A secretaria disse que já autorizou às unidades o procedimento de compras simplificado até que a situação seja solucionada com o fornecedor.
De acordo com o presidente da Asprijuf, Wanderson Pires, o déficit ocorre em várias unidades prisionais da 4ª Região Integrada de Segurança Pública (Risp). Em alguns casos, os próprios agentes penitenciários estão comprando alimentos, vacinas e medicamentos para os animais, que fazem parte do grupamento policial.
O representante dos agentes explicou que o estado vem fracionando as remessas para as unidades há pelo menos dois anos, mas que agora o pagamento deixou de ser feito, o que agravou a situação.
“O estado tem vários contratos firmados com empresas e está deixando de cumpri-los, não está efetuando os pagamentos. Com isso, estamos com precariedade e até má qualidade nos produtos e serviços”, disse. 

Fenaspen articula derrubada do veto em Brasília

Senador Eunício Oliveira (MDB-CE), presidente do Senado, cumprimenta Fernando Anunciação presidente da Fenaspen, e Marcos Ferreira, diretor Defesa de Classe do SindSistema-RJ. FOTO: SINDSISTEMA


SindSistema participa da mobilização da Fenaspen

Essa quarta-feira (04) foi um dia de muito trabalho no Congresso Nacional para o presidente da Federação Sindical Nacional de Servidores Penitenciários (Fenaspen), Fernando Anunciação, que esteve realizando visitas às lideranças do Senado e Câmara dos Deputados, acompanhado dos diretores sindicais Marcos Ferreira (SindSistema-RJ), Santiago (MS), Zeca Medeiros (AL) e Diana (GO), no intuito de solicitar requerimento de destaque para rejeição aos vetos da lei do SUSP. Foram vários os líderes de bancada conquistados em apoio à quebra do veto n°.20, nos artigos 9° e 44° que consideram de natureza policial a atividade exercida por agentes/inspetores penitenciários.
O senador Eduardo Lopes (PRB-RJ) falou aos sindicalistas que irá trabalhar para a derrubada do veto do presidente Michel Temer ao reconhecimento da atividade de polícia dos profissionais de segurança penitenciária.
Em conversa com o Deputado André Moura (PSC-SE), líder do governo no congresso, foi recebida a informação de que o veto n°. 20, referente à lei do SUSP, será apreciado apenas após o recesso parlamentar.
Segundo o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), a sessão para análise do veto vai acontecer após o recesso, logo na primeira sessão do Congresso Nacional. Cabe lembrar que a partir do dia 11 de julho a pauta fica trancada até que o veto n°. 20, referente à lei do SUSP, seja apreciado.
“Diante da informação recebida, torna-se prudente suspender as mobilizações previstas para as próximas duas semanas”, ponderou o presidente da Fenaspen Fernando Anunciação ao reiterar que o trabalho de abordagem aos senadores e deputados deve continuar em cada estado.
No retorno do recesso previsto para primeira semana de agosto, serão retomadas as mobilizações e acompanhamento da pauta e a convocação de sessão do Congresso, quando deverá ser apreciada a rejeição ao veto.


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http://www.sindsistema.com.br/noticias/658 

Parcelamento de salário vai até o fim do governo Pimentel e atrasos devem continuar



Pimentel lançou um plano de desenvolvimento da gastronomia nesta quinta-feira (foto: Beto Novaes / EM / D.A. Press)

Segundo o secretário de Planejamento e Gestão, a quitação mensal da folha depende de as empresas pagaram o estado em dia

 

 O parcelamento dos salários dos cerca de 600 mil servidores de Minas Gerais e os atrasos das datas das escalas anunciadas devem continuar até o fim do governo Fernando Pimentel (PT). A situação foi admitida nesta quinta-feira (5) pelo secretário de Planejamento e Gestão, Helvécio Magalhães, que participou do lançamento do plano estadual de desenvolvimento da gastronomia, junto do governador petista.

 A possibilidade de acabar com o escalonamento chegou a ser acenada em fevereiro por Pimentel como um horizonte para abril deste ano, mas, de acordo com Helvécio, ela não existe mais. “Poderia, mas não tem mais a mínima possibilidade”, afirmou o secretário de Planejamento hoje ao Estado de Minas.

De acordo com Helvécio Magalhães, os atrasos nos pagamentos se devem ao fato de o governo de Minas estar pagando os salários com recursos correntes.

“Aí é a imprevisibilidade. O que entra está sendo usado para pagar, então depende de as empresas, as grandes contribuintes pagarem no dia e nem sempre elas fazem isso. É uma oscilação do fluxo financeiro, exclusivamente.”

 De acordo com Helvécio, o fluxo financeiro do estado tem piorado. “Não entraram os recursos, a Assembleia não vota os projetos, não entrou o empréstimo porque o Tribunal de Contas do Estado Bloqueou e o mercado se assustou. Temos um déficit que está publico, nós sempre anunciamos, e ele vira contingenciamento financeiro”, explicou. O secretário reforçou que não há nenhuma decisão superior ou estratégica sobre os pagamentos que não tenha relação com o fluxo fianceiro.

Fazendo as contas

Para pagar o salário de julho, cujas datas de pagamento não foram anunciadas até a manhã desta quinta-feira, Helvécio Magalhães disse que o governo está “refazendo as contas”.

Segundo Helvécio, os efeitos da greve dos caminhoneiros ainda estão influenciado a situação de piora financeira do estado, que perdeu pelo menos R$ 400 milhões. 

 

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  https://www.em.com.br/app/noticia/politica/2018/07/05/interna_politica,971448/parcelamento-salario-vai-ate-fim-governo-pimentel-atrasos-continuam.shtml

 

 

 

 

 

Líderes do PCC que ordenaram ataques a ônibus serão transferidos para prisão de regime mais rigoroso

Em Uberaba, no Triângulo Mineiro, vários ônibus foram queimados no início de junho
As forças de segurança de Minas Gerais cumpriram, nesta quinta (5), 26 mandados de prisão preventiva contra líderes da organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) que ordenaram os ataques a ônibus que ocorreram em todo o Estado no mês de junho. Destes, 23 já estavam encarcerados e três soltos. A polícia ainda procura outros dois mandantes que estão foragidos. Todos os presos serão transferidos para uma penitenciária mineira em regime disciplinar diferenciado, que será aplicado pela primeira vez em Minas. Na prática, isso significa que os criminosos ficarão em celas individuais e perderão benefícios como banho de sol, indulto de Natal e direito a visitas.
Os suspeitos foram denunciados pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) por associação ao tráfico, incêndio, dano qualificado e organização criminosa com emprego de arma de fogo. Como a maioria já estava encarcerada, além de ser colocada em regime mais rigoroso, também haverá aumento da pena.
Segundo o procurador-geral do MPMG, Antônio Sérgio Tonet, o próximo passo é achar os dois criminosos foragidos, além de prender os executores dos incêndios a coletivos. “O objetivo inicial era pegar os mandantes dos crimes. Agora vamos realizar outras operações no interior do Estado, especialmente no Triângulo Mineiro e no Sul de Minas, para prendermos os executores, que são pessoas de menor importância no PCC”, afirma.
Até agora foram presas 90 pessoas em Minas Gerais que estavam associadas aos ataques a ônibus, conforme o superintendente de investigação da polícia judiciária, Carlos Capistrano. Junto com os criminosos presos nesta quinta-feira (5) foram apreendidos 29 celulares, drogas e anotações e cadastros da organização criminosa, que, conforme o delegado, poderão orientar as próximas ações da polícia contra esses suspeitos.
Com essa operação, existe a chance de haver novas queimas de ônibus, como reconhecem as forças de segurança. No entanto, o coronel Helbert Figueiró de Lourdes, comandante geral da Polícia Militar, diz que a corporação está preparada para repreender prontamente essas possíveis ações. “Os ataques podem voltar, mas, se começarem, estamos prontos para responder com muita força”, garante.

Fonte: http://hojeemdia.com.br/horizontes/l%C3%ADderes-do-pcc-que-ordenaram-ataques-a-%C3%B4nibus-ser%C3%A3o-transferidos-para-pris%C3%A3o-de-regime-mais-rigoroso-1.637093

terça-feira, 3 de julho de 2018

NOTA DE FALECIMENTO



É COM PESAR QUE COMUNICAMOS O FALECIMENTO DO SR. JAIR AMBRÓSIO (JAIR BOI), SERVIDOR ADM/SEAP-MG.

SEU CORPO SERÁ VELADO NA CAPELA 04 DO CEMITÉRIO MUNICIPAL DE JUIZ DE FORA/MG.

SEPULTAMENTO ÀS 08HS DO DIA 04/07/2018 NA MESMA NECRÓPOLE.

terça-feira, 8 de maio de 2018

Criação do Sistema Único de Segurança Pública pode ser votada na CCJ


   



Relator, senador Antonio Anastasia recomenda a aprovação do projeto com quatro emendas de redação
Edilson Rodrigues/Agência Senado

Prevista para durar 10 anos, a Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social (PNSPDS) pode ser votada, nesta quarta-feira (9), pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Os estados, o Distrito Federal (DF) e os municípios terão dois anos para elaborar e implantar seus planos de segurança, enquanto as ações projetadas em âmbito nacional serão avaliadas anualmente. Demanda estabelecida pela Constituição Federal, esse conjunto de políticas integra projeto de lei da Câmara (PLC 19/2018), de iniciativa da Presidência da República, com aprovação recomendada pelo relator, senador Antonio Anastasia (PSDB-MG).

O parecer de Anastasia sobre o PLC 19/2018 reúne quatro emendas de redação, que não promovem alterações de conteúdo.

Em seu relatório, Anastasia lista cinco virtudes da proposta. Além de também criar o Sistema Único de Segurança Pública (Susp) — inspirado no Sistema Único de Saúde (SUS) —, integra todos os entes federados na implementação de ações para o setor; busca capacitar, proteger e valorizar seus profissionais; estimula a articulação, a colaboração, o compartilhamento de informações, a cooperação, a integração entre agentes e órgãos de segurança, inclusive o Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin); estabelece mecanismos de avaliação e controle social, com participação popular.

“O projeto é conveniente e oportuno. Há muitos anos a comunidade de segurança pública reclama da falta de uma política e de um plano nacional para o setor. Além disso, até hoje não foi editada a lei prevista no art. 144 da Constituição Federal, para disciplinar a organização e o funcionamento dos órgãos responsáveis pela segurança pública, de maneira a garantir a eficiência de suas atividades”, avaliou o relator.

Meios e estratégias

O ponto de partida para viabilizar a política é a atuação conjunta, coordenada, sistêmica e integrada dos órgãos de segurança pública e defesa social da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, em articulação com a sociedade. O projeto prevê, inclusive, o auxílio da União aos entes federados que não tiverem condições de implementar o Susp.

O órgão central do Susp será o Ministério Extraordinário da Segurança Pública. Caberá ao ministério fixar as metas do Plano Nacional de Segurança Pública, a serem avaliadas anualmente. Os integrantes desse sistema poderão atuar nas vias terrestres e aquáticas, portos, aeroportos e terminais rodoviários. Outra preocupação é estabelecer mecanismos de controle e transparência das ações em segurança pública, regulando a atuação do controle interno, dos órgãos de correição e das ouvidorias.

Um rol de meios e estratégias de implementação da política também é trazido pelo PLC 19/2018. A definição do novo Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública, Prisionais e sobre Drogas (Sinesp) vai passar a abranger informações sobre armas, munições, impressões digitais e perfis genéticos. Outros referenciais para fomentar ações serão os planos decenais e o sistema nacional de informações e de gestão de segurança pública e defesa social; o plano nacional de enfrentamento de homicídios de jovens; mecanismos estruturados por órgãos de prevenção e controle de atos ilícitos contra a administração pública relativos à ocultação ou dissimulação de bens, direitos e valores.

Fundos e valorização profissional

Esse esforço de aperfeiçoamento do aparato de segurança pública conta ainda com o suporte dos fundos de financiamento da segurança pública e defesa social: o Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP); o Fundo Penitenciário Nacional (Funpen); e os fundos estaduais, distrital e municipais. O PLC 19/2018  também estabelece que as transferências de recursos para o Funpen e o FNSP serão de execução obrigatória, não podendo, portanto, sofrer contingenciamento (retenção) pela União.

A capacitação e a valorização do profissional em segurança pública e defesa social são prioridades na proposta. Estão entre os meios e as estratégias para implementação da política nacional: o Sistema Integrado de Educação e Valorização Profissional (Sievap); a Rede Nacional de Altos Estudos em Segurança pública (Renaesp); e o Programa Nacional de Qualidade de Vida para os Profissionais de Segurança Pública (Pró-Vida).

Articulação

O Susp, segundo a proposta, também terá como integrantes a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal, a Polícia Ferroviária Federal, as polícias civis, as polícias militares, os corpos de bombeiros militares, as guardas municipais, os agentes penitenciários, os peritos, os agentes de trânsito e as guardas portuárias.

Se estados, Distrito Federal e municípios deixarem de alimentar o Sinesp, ou não respeitarem o prazo de dois anos para elaboração de seus planos de segurança, poderão ficar impedidos de receber financiamento federal para programas do setor;

Todos os entes federados terão permissão para criar conselhos permanentes de segurança pública e defesa social que deverão contar com representantes governamentais junto ao Susp; membros do Poder Judiciário, do Ministério Público e da Defensoria Pública; integrantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB); e de entidades e organismos sociais vinculados à segurança pública. O mandato dos conselheiros será de dois anos, permitida uma recondução;

Está prevista ainda a implementação de programas articulados com escolas, sociedade e família para prevenção da criminalidade. Poderá ser instituída a disciplina “prevenção da violência” nos currículos escolares;

O Susp deverá pautar sua atuação pelos seguintes princípios: proteção dos direitos humanos; respeito aos direitos fundamentais; promoção da cidadania e da dignidade da pessoa humana; resolução pacífica de conflitos; uso proporcional da força; participação e controle sociais; e proteção, valorização e reconhecimento dos profissionais de segurança pública.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

quarta-feira, 11 de abril de 2018

Alimentação em presídios do Rio


Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap) contratou em março, sem licitação, 14 empresas para fornecer alimentação aos presídios do Rio de Janeiro. Dentre essas terceirizadas, pelo menos, 03 são investigadas em diferentes ações pelo país. Três delas na Lava Jato no RJ. O valor total dos contratos é de pouco mais de R$ 166 milhões. A Seap ressalta que o processo é previsto em lei e garantiu dar "um choque de gestão" na pasta. 

 Os novos contratos de comida para os presos substitui os acordos firmados em dezembro de 2017 pelo então secretário da Seap, Erir Ribeiro. Na ocasião, 13 empresas foram escolhidas, também sem licitação, com valores de cerca de R$ 192,2 milhões. Apesar da redução de valores, há similaridade entre os fornecedores das duas gestões, sobretudo na escolha de participantes investigados pela Lava Jato ou alvo de operações policiais em diferentes estados do país. 

 

LEIA MAIS: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/mesmo-em-meio-a-auditoria-seap-continua-contrata-8-empresas-investigadas-na-lava-jato-sem-licitacao.ghtml

Familiares identificam corpos de detentos mortos em tentativa de fuga de presídio no Pará

FOTO:SUSIPE






Familiares dos detentos que foram mortos na terça-feira (10) durante uma ação frustrada de fuga do Complexo Penitenciário de Santa Izabel do Pará, no nordeste do estado, foram até o Instituto Médico Legal (IML) em Belém para reconhecer os corpos e aguardar a liberação. A perícia faz a identificação por meio de impressão digital.

Dos 21 corpos, dez foram levados para Belém e 11, incluindo o do agente penitenciário, estão no IML em Castanhal. Além dos mortos, quatro servidores ainda continuam internados. Os agentes prisionais Daniel Lobato, Robson Nazareno e Edson Oliveira passaram por cirurgia e apresentam quadro estável; já o agente Rosivaldo Silva passou por exames e está em observação. Todos os demais agentes já foram liberados e passam bem. O número de presos feridos ainda não foi informado.
Os mortos são um agente penitenciário, Guardiano Sanatana de 57 anos, cinco presos e 15 suspeitos de tentar invadir o presídio para apoiar a fuga, segundo a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) do Pará. O caso ocorre um dia após uma série de 12 assassinatos na Grande Belém. A secretaria disse não haver relação entre os dois episódios. 

quinta-feira, 1 de março de 2018

Venha recepcionar o Pimentel em Juiz de Fora/MG


🚨Informe urgente!🚨


GRUPO DE MOBILIZAÇÃO  INDEPENDENTE , SINDPOL -JF e o SINDASP,  convocam todos os Operadores da Segurança Pública a comparecerem na Inauguração do Teatro Paschoal Carlos Magno, situado atrás da Igreja de São Sebastião no Parque Halfeld, centro de Juiz de Fora/MG, nesta sexta  feira dia 02 de Março de 2018,  exigimos nossos 3 BILHÕES DE REAIS subtraídos do IPSM de volta e recomposição das perdas salariais. Venha traga seu apito, vamos mostrar para ele nosso descontentamento PIMENTEL CALOTEIRO, DEVOLVA MEU DINHEIRO !!! JUNTOS SOMOS IMBATÍVEIS!!!

Cláudio Corrêa, Sub Ten
Coordenador.

União, Atitude e Independência.

Governo de Minas negocia o pagamento dos atrasados de progressões e promoções dos Agentes Penitenciários e não cumpre o acordado


 Após vários ofícios encaminhados ao Governo do Estado de Minas Gerais e intervenção feita pelo Ouvidor Geral do Estado Sr. Wadson Ribeiro, o Secretário de Planejamento Dr. Helvécio Magalhães, recebeu o SINDASPMG e garantiu que o Governo iria pagar os atrasados das progressões e promoções na carreira que estão em atraso.
 Logo após o anúncio, o próprio Governo informou que pagaria em 08 vezes apartir da folha do mês de fevereiro, paga no mês de março.

Hoje 01/03/2018, os Agentes Penitenciários foram surpreendidos após a liberação do contracheque, sem o pagamento da primeira parcela dos valores atrasados. Mas uma vez o Governo de Minas Gerais, trata de forma desrespeitosa os Agentes Penitenciários.

 Estamos aguardando o pronunciamento do Governo, que sempre é feito pelo Sr. Calazans, que um dia já foi sindicalista, e hoje se encontra no Governo sempre contando história para as entidades de classe e levando dos servidores enganados.