sábado, 21 de julho de 2012

(SERVIÇÃO) PARABÉNS INTELIGÊNCIA DO CERESP/JF

Rapaz é encontrado com drogas no estômago no Ceresp de Juiz de Fora

 

Ele foi encaminhado ao HPS onde foi confirmada a presença de quatro tabletes de maconha


Um preso que retornava de saída temporária foi encontrado com drogas no estômago, dentro do Centro de Remanejamento do Sistema Prisional (Ceresp) em Juiz de Fora. Segundo a Polícia Militar (PM), dois agentes desconfiaram do jovem, de 22 anos e ele foi encaminhado para o Hospital de Pronto Socorro (HPS). O rapaz foi examinado e foi confirmada a presença de quatro tabletes de maconha no estômago dele. O jovem passou por tratamento e o flagrante foi confirmado.
Ainda dentro do Ceresp, OS AGENTES PRISIONAIS encontraram drogas escondidas no banheiro feminino reservado as vizitantes que fica do lado de fora da Unidade prisional. Dentro de uma caixa de descarga osAgentes encontraram porções de maconha, cocaína e crack, além de dois aparelhos celulares. Os donos do material não foram identificados.

Moradores de Juiz de Fora reclamam da falta de segurança na cidade

 
de Juiz de Fora

Estabelecimentos do centro são alvos constantes de furtos, segundo lojistas



Moradores de Juiz de Fora reclamam da falta de segurança na cidade. Em alguns bairros da região central, o maior questionamento da população é a falta de presença dos policiais.

Uma loja de telefonia celular da cidade, que fica na Rua Halfeld, foi assaltada na última segunda-feira (16) às 15h. A rua é uma das mais movimentadas do Centro, mas apesar da circulação intensa de pessoas, a loja não deixou de ser alvo de ladrões. Nas imagens cedidas pela gerência, um casal parece aguardar atendimento no balcão. Discretamente, a mulher chega abrir parte da vitrine. Em seguida, os dois deixam o local. Quando voltam, a mulher se aproxima novamente da vitrine, pega dois celulares e sai. O roubo só foi notado cerca de 15 minutos depois e assustou a gerente do estabelecimento, Edinéia Coelho. Segundo ela, existe policiamento diário próximo a loja, e mesmo assim os comerciantes se sentem inseguros.

A sensação de insegurança se repete também em alguns bairros localizados na região central, como o Manoel Honório, por exemplo, que além de casas e prédios, conta com um comércio variado. Quem trabalha nas lojas está assustado com a quantidade de furtos.

Na Rua Inconfidentes, pelos menos três casas foram roubadas. Quem passa por ali também tem histórias, como aconteceu com a filha de uma dona de casa. Segundo ela, um homem a assaltou com uma faca.

No Bairu, bairro vizinho, a população também tem sentido falta da presença da polícia das ruas. E pede mais policiamento. Para especialistas, a sensação de insegurança aumenta na medida em que métodos de patrulhamento são mudados. De acordo com a população, está cada vez mais difícil encontrar policiais trabalhando de maneira ostensiva.

No bairro São Mateus, nos últimos meses foram muitas ocorrências de arrombamentos, roubos em imóveis, assaltos próximos a bancos. Mesmo assim a o presidente da Associação de Moradores (SPM) do bairro, José Luiz Britto Bastos, garante que a situação não mudou por lá. Segundo ele, é preciso repensar a maneira de policiar as ruas.

Segundo a assessoria do 2º Batalhão de Polícia Militar, a PM vem investindo no policiamento a pé de forma a melhorar a segurança dos moradores.

50 veículos abordados em área de conflito

Por Tribuna
 
As primeiras 24 horas de ocupação da PM, na divisa entre Jardim Natal e Jóquei Clube, na Zona Norte, resultaram em mais de 50 veículos abordados. Foram 40 automóveis notificados e 12 motocicletas apreendidas. Um homem foi preso em função de cumprimento de mandado de prisão, no Jardim Natal. A ação, que teve início às 6h de quinta-feita, é uma manobra da 3ª Companhia de Missões Especiais (CME), que transferiu simbolicamente seu comando para o terreno onde fica a caixa d'água, no final da Rua Geraldo Vilella, no ponto de encontro entre as duas comunidades. O objetivo é permanecer no local até domingo (22), com 150 militares.
De acordo com o comandante da 3ªCME, major Paulo Henrique da Silva, o balanço do primeiro dia de ocupação é positivo. "Desde que chegamos, nenhuma ocorrência foi registrada nos dois bairros", ressaltou, acrescentando que o intuito é combater o conflito entre gangues de jovens rivais e retirar das ruas armas e drogas. A PM também irá desenvolver ações sociais, com o cadastro de problemas básicos, como falta de iluminação, água, capina e asfaltamento. As falhas verificadas serão encaminhadas aos órgãos competentes. A ideia de que a PM de Juiz de Fora estaria agindo nos moldes das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), instaladas nos morros do Rio, é rechaçada pelo major. "Não há paralelo entre os dois tipos de ação. Lá, a ocupação é permanente. Aqui, a meta é marcar presença e aumentar a sensação de segurança entre os moradores, com o lançamento de patrulhamento a pé, a cavalo, com motocicletas e viaturas da Rotam, além do Canil."
Para a comunidade, é preciso que a ação seja estendida. "Hoje está uma paz, mas saindo, começa tudo de novo. O policiamento deveria ser permanente porque depois volta tudo de novo", cobra uma dona de casa, 25. "Agora, nas férias, tudo fica mais tranquilo. Precisamos de policiamento quando as aulas voltarem, pois os conflitos são mais intensos", comenta uma atendente, 26.
Fonte: Tribuna de Minas
Foto: Google

terça-feira, 17 de julho de 2012

ALMG recebe denúncia de cobrança indevida


Ex-funcionário diz que agência do BB em JF cobrou serviços sem autorização de clientes

Por Mariana Nicodemus
Um ex-funcionário do Banco do Brasil (BB) de Juiz de Fora denunciou nesta terça-feira (17), em audiência pública na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), prática abusiva que teria sido efetuada pela instituição financeira em Juiz de Fora no ano passado. Senhas de gerências teriam sido utilizadas para implantar pacotes de serviços de modo indiscriminado, por meio do disparo em massa de upgrades de tarifas, sem o consentimento dos clientes. Ainda não há informações sobre o número de consumidores lesados e a quantia total cobrada irregularmente.
De acordo com informações da ALMG, o funcionário aposentado do banco Orlando Ângelo Silva afirmou que, em maio do ano passado, o superintendente regional do BB teria solicitado aos gerentes que repassassem suas senhas pessoais. Considerando a prática ilegal, Orlando teria se recusado a entregar o código. Ele contou que, a partir de então, teria sido perseguido no trabalho. O ex-gerente disse ter sido assediado e obrigado a deixar o emprego após 28 anos de serviços prestados ao BB. Ainda segundo o funcionário, 20 gerentes teriam sido penalizados, após as primeiras denúncias, em agosto de 2011, com perda de comissão.
De acordo com a ALMG, o gerente jurídico regional do Banco do Brasil, Marcelo Vicente Pimenta, alegou, durante a audiência pública, que o corte da gratificação não teria sido retaliação, mas, sim, punição resultante de irregularidades descobertas no processo administrativo aberto para apurar o caso. Ele disse, ainda, que o superintendente regional seria o maior penalizado até o momento, e que todos os envolvidos já haviam tido direito à defesa. Como o processo ainda está em curso, ele lembrou que sanções já aplicadas podem ser revertidas até o final da análise.
Pimenta afirmou que "o banco repudia qualquer insinuação de que determina ou orienta funcionários a praticar ações que possam lesar o consumidor", mas, como o BB está presente em todos os municípios brasileiros e conta com quase 120 mil funcionários, é possível que ocorram desvios de conduta. Segundo representante do BB, os valores debitados serão estornados conforme os casos forem identificados. O superintendente regional de Governo do BB, Marcos Melo Frade, informou na ALMG que, desde setembro, o banco adota novas medidas para a implantação de pacotes de serviços, passando a exigir a assinatura eletrônica do cliente para efetivar a ação.
Presente na audiência, a diretora do Sindicato dos Trabalhadores do Ramo Financeiro da Zona da Mata e Sul de Minas, Arcângela de Almeida Sales, disse à Tribuna que a entidade já estava ciente de parte das denúncias, e que a preocupação maior, no momento, é com a defesa dos funcionários. "Podem ter sido cometidos atos ilícitos, mas, há muito tempo, estamos denunciando a exigência de cumprimento de metas abusivas. Queremos que seja analisado se a ação partiu dos funcionários ou se foi forçada por assédio moral."
Reclamações
De acordo com dados do Procon de Juiz de Fora, foram protocoladas 257 reclamações contra o Banco do Brasil este ano, 31% - a mais que no mesmo período de 2011. "Já tínhamos alertado a população na semana passada sobre a necessidade de atenção em relação aos pacotes de serviços, para que não haja alteração de valores", destaca o superintendente do Procon JF, Carlos Alberto Gasparete. No Procon BH, o número de queixas contra a instituição chegou a 380 no primeiro semestre.

FONTE: TRIBUNA DE MINAS
IMAGEM: GOOGLE

Presídio de Visconde do Rio Branco Inaugura Espaço Família

No dia 14 do mês de Julho, sábado de 2012 , a Unidade Prisional de
Visconde do Rio Branco situado na Zona da Mata inaugurou  um espaço
exclusivo , chamado “Espaço Família “ destinado  para melhor acolher os
familiares de presos que aguardam do lado externo do Presídio  seu 
credenciamento em dias de sacola e visita social . Ao lado da portaria
principal foi feita uma especialmente para este fim que só funciona em dia
específico , para isso foram empregados  40 (quarenta) metros quadrados de
lage de concreto armado em pé direito alto , banheiro , televisão , bancos
individuais , rampa de acesso , tudo com doações do Conselho da Comunidade
 
local e outros . As obras iniciaram no mês de Abril e fazem  parte de uma 
primeira etapa que busca harmonizar a faxada do antigo endereço  da
delegacia , esta hoje situada em novo logradouro com a ajuda de parcerias
locais  acertado na época pós assunção para melhor humanização sobre o
trabalho em ressocialização . Com este feito ganhamos também  no lado da
segurança pois o   deslocamento interno  foi reduzido nos proporcionando
maior visão de campo e efetividade nas atividades . “ Não ficamos de fora
na tentativa de proporcionar o melhor atendimento em local mais digno para
aqueles que já tem  o seu sofrimento imposto . Padronizar este  espaço foi
 
amenizar em velado como se estes fossem á qualquer órgão público ou não
desta cidade e se sentissem em outro lugar . A imagem deste ambiente vista
por todos que passam na  avenida em frete só vem reforçar a opinião
pública
da sociedade   Riobranquense quanto ao tratamento no que se refere o
princípio da dignidade da pessoa humana dispersado  á todos”.  Disse o
diretor geral,  Alan Neves Ladeira  Rezende . Estiveram presentes e 
cortaram  a fita para a liberação simbólica do Espaço Família além do
diretor geral os parceiros responsáveis pelo feito sendo eles o senhor
Gladstone Miranda Cunha , Rildo Aparecido Biolquino Lores , Eduardo Reis
Bitencourt , Terezinha Lanna de Souza, Raquel Ramos Carvalho , sendo esta
última representante dos familiares de presos presentes.
 

MONOGRAFIA UM NOVO SISTEMA PRISIONAL CARIOCA

ÓTIMA MONOGRAFIA SOBRE O SISTEMA PRISIONAL CARIOCA, MAS QUE TAMBÉM ACONTECEU AQUI EM NOSSO ESTADO DE MINAS GERAIS!


MP recebe dois pedidos diários para internação

Solicitações de tratamento forçado são feitas por familiares dos dependentes químicos, principalmente os do crack

Por Guilherme Arêas
Enquanto o Congresso Nacional discute projetos de lei - um na Câmara e outro no Senado - que autorizam a internação compulsória de dependentes químicos, ou seja, aquelas determinadas pela Justiça, esse procedimento já é realidade em Juiz de Fora. Aqui, o Ministério Público recebe, em média, duas solicitações de tratamento forçado por dia. São pedidos, cada vez mais frequentes, de famílias que lutam contra a resistência do usuário em se tratar e buscam, no Poder Público, a solução para o fim da dependência, quase sempre relacionada ao crack, entorpecente altamente viciante e considerado epidêmico no país. A quantidade de pedidos que se transforma efetivamente em medida judicial, no entanto, é bem menor. Este ano, até o início de junho, apenas três usuários de drogas haviam sido internados de forma compulsória em leitos oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Isso porque o procedimento é lento e depende de documentos probatórios, como laudos psiquiátricos, que vão atestar a real necessidade do tratamento forçado. Além da internação voluntária e compulsória, a lei 10.216, que dispõe sobre o atendimento de saúde mental no país, também prevê o procedimento involuntário, quando a internação se dá sem consentimento do usuário e a pedido de terceiros. Neste caso, o Ministério Público Estadual deve ser informado pelo responsável técnico do estabelecimento de saúde num prazo de 72 horas após a internação.
O crescimento das solicitações de internação compulsória fomenta a polêmica em torno do assunto. Quem é contra alega que o procedimento desrespeita o direito à liberdade do indivíduo, portanto, uma violação de direitos humanos. Outra crítica é a de que, se popularizada, a medida afetaria apenas a parcela mais pobre da população. Quem defende argumenta que a prática - autorizada exclusivamente mediante decisão judicial - é a única alternativa em casos extremos, quando o usuário oferece riscos a si e a terceiros. Hoje, em toda Minas Gerais, a Secretaria Estadual de Saúde (SES) realiza média de 15 internações compulsórias mensais nos hospitais da rede estadual.
O tratamento forçado contra as drogas é uma prática recente no Brasil, intensificada no Rio de Janeiro e em São Paulo, quando os poderes públicos daquelas capitais adotaram iniciativas para tentar erradicar as chamadas cracolândias. "Há caso, inclusive, de paciente que estava na cracolândia em São Paulo, mas agora retornou a Juiz de Fora por medo de ser internado de forma compulsória lá", exemplifica a psicóloga Franca Leone, especialista no tratamento de viciados em drogas.
Em Juiz de Fora, os pedidos intensificaram-se a partir de meados do ano passado e geralmente vêm associados à solicitação de interdição do dependente químico. Isso porque, na maioria dos casos, o paciente já não tem mais condições de administrar seus bens e gerir sua própria vida. Na 1ª Vara de Família, por exemplo, um em cada 20 pedidos de interdição é acompanhado de solicitação de internação compulsória para tratamento da dependência química. "O procedimento geralmente é destinado ao usuário que recusa o tratamento, e a família já está em situação limítrofe do desespero", explica a juíza Raquel Gomes Barbosa.
Procedimentos
As solicitações de internação compulsória costumam partir dos próprios familiares. Conforme a titular da 20ª Promotoria de Saúde, Direito dos Deficientes e Proteção aos Idosos, Carolina Andrade Borges de Mattos, antes de ajuizar o pedido, o Ministério Público exige avaliação psiquiátrica do paciente para verificar as efetivas dependência química e necessidade da internação. "A internação psiquiátrica, em qualquer das modalidades admitidas na legislação, deve ser pautada pela transitoriedade. Então, não há motivo para críticas a esse procedimento, se houver cautela." A solicitação também pode partir do próprio advogado da família à vara competente, que vai deferir ou não o pedido, baseado na lei 10.216/01, que dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais.
"Quando a decisão de internação compulsória é expedida, a abordagem ao paciente é cercada de cuidados. Ele é abordado por profissionais e encaminhado à unidade de saúde. Só há participação de policiais se o paciente oferece muita resistência e há risco a terceiros. Fora isso, o enfrentamento da questão é feito de forma bastante reservada, por profissionais ligados à área da saúde", esclarece a juíza Raquel Gomes Barbosa.

Eficiência do método é questionada

Os indícios colhidos até agora por técnicos do Ministério da Saúde sugerem que o tratamento de pacientes internados compulsoriamente é efetivo em apenas 2% dos casos, enquanto que 15% dos usuários internados voluntariamente conseguem sucesso na luta contra as drogas na rede pública. O maior percentual, no entanto, fica com os tratamentos ambulatoriais, que alcançam êxito em 35% dos casos.
"Ser levado contra a vontade para um lugar fechado é, para o dependente, como se fosse um cárcere", constata a psicóloga Franca Leone. Mesmo assim, ela enxerga que a internação compulsória veio para ficar. "O dependente de crack, por exemplo, costuma perder, além da integridade, a capacidade de discernir o certo do errado", justifica. No entanto, a especialista teme que, com a popularização da prática, haja falta de vagas na rede pública.
'Há vagas'
O chefe do Departamento de Saúde Mental da Secretaria de Saúde, José Eduardo Amorim, considera baixa a quantidade de três internações compulsórias realizadas na cidade este ano. Segundo ele, um dos fatores que pode determinar a necessidade de tratamento forçado é a dificuldade de acesso do usuário ao tratamento público. "Em Juiz de Fora, há oferta de 32 leitos em hospital geral, 32 em comunidades terapêuticas e outros 32 para tratamento de dependência de jovens, incluindo adolescentes, a partir de mandados da Vara da Infância e da Juventude. Sem contar os leitos psiquiátricos que eventualmente são utilizados para tratar a dependência química."
A titular da 1ª Vara da Família, Raquel Gomes Barbosa, também observa uma situação ainda confortável no que se refere à oferta de vagas públicas para dependentes. "A imposição da internação por falta de vagas no sistema público de saúde ainda não é uma realidade em Juiz de Fora, felizmente."
"Paralelo a isso, os serviços substitutivos, como os Caps (Centros de Atenção Psicossocial), principalmente o Caps Álcool e Drogas, e a atuação de programas, como o 'Consultório de rua', ajudam a diminuir a demanda por internações", completa Amorim.
 

sábado, 14 de julho de 2012

Dupla invade sede do Tupi, tranca gerente e rouba mais de R$ 68 mil em Juiz de Fora

Dinheiro seria usado para fazer o pagamento dos salários dos jogadores do time de futebol

O gerente de futebol do Tupi Futebol Clube viveu momentos de pânico durante o começo da noite dessa sexta-feira (13) em Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira. De acordo com a Polícia Militar, a vítima, de 54 anos, foi surpreendida por dois homens armados e com os rostos cobertos por capacete e capuz. A abordagem ocorreu no momento em que o gerente, que carregava uma pasta com R$ 68 mil, saía da sede do clube, que fica no bairro Santa Terezinha. Todo o dinheiro, que seria usado para fazer o pagamento dos salários dos jogadores do clube, foi roubado.
Depois de render o gerente e pegar o malote, a dupla amarrou as mãos da vítima com um cadarço e a obrigou a entrar no escritório onde funciona o setor de administração do time de futebol.
Dentro do escritório, os criminosos roubara mais R$ 450, que estavam guardados em uma gaveta do local. Antes de fugir, a dupla ainda roubou R$ 250, documentos e cartões de crédito do gerente, que foi trancado no escritório.
Segundo os policiais, a vítima conseguiu se soltar e abrir a porta da sala usando uma chave reserva. Em seguida, o gerente acionou à polícia, que ainda não conseguiu prender os criminosos.
Neste sábado (14), o time do Tupi enfrenta o Madureira, do Rio. A partida é válida pela terceira rodada do grupo B da Série C do Campeonato Brasileiro.

FONTE: O TEMPO

Desmanche de veículos em Coronel Pacheco

Por Tribuna
Uma operação desencadeada neste sábado (14), em Coronel Pacheco, terminou com a prisão de duas pessoas e a apreensão de três veículos, além de drogas e dinheiro. Em cumprimento a um mandado de busca e apreensão, policiais da 31ª Companhia da Polícia Militar de Juiz de Fora, do destacamento de Coronel Pacheco e da Polícia Rodoviária Estadual chegaram a uma oficina suspeita de fazer desmanche de automóveis. No endereço, no Bairro São Cristóvão, foram encontrados três carros que teriam sido roubados e estariam sendo modificados. Dois veículos, um Gol e um Fiat Uno, eram de Juiz de Fora. Já o terceiro, também modelo Gol, era do Rio de Janeiro. O proprietário da oficina foi detido e trazido para a 1ª Delegacia Regional de Juiz de Fora, onde até a noite de sábado aguardava para ser ouvido.
Tráfico
Outro mandado de busca e apreensão foi cumprido em uma residência localizada às margens da MG-353, também em Coronel Pacheco. Os policiais apreenderam cerca de 30 gramas de cocaína, R$ 215 em dinheiro, uma porção de maconha e plásticos para a embalagem da droga. Uma jovem de 20 anos foi detida e trazida para prestar depoimentos na delegacia de Juiz de Fora. O flagrante foi confirmado, e a mulher foi encaminhada para a Penitenciária Ariosvaldo Campos Pires.

AGENTES DE MINAS PARTICIPAM DO 16º CIRRC DPOE 2012 EM BRASÍLIA

DPOE - DF 16º CURSO DE INTERVENÇÃO RÁPIDA EM RECINTO CARCERÁRIO