Polícia também apreendeu 78 celulares, rádio portátil e drogas.
Pente-fino aconteceu após rebelião na última segunda-feira (28).
A Seap confirmou que 10 detentos foram identificados como causadores do tumulto, e cinco já foram transferidos para o Complexo Penitenciário de Segurança Máxima Romeu Gonçalves Abrantes, tambem conhecido como PB 1 e PB 2, em Jacarapé. Quando perguntado como esses objetos chegavam em posse dos presos, Virgulino afirmou que a existe corrupção, mas que a Secretaria trabalha com investigações para punir qualquer facilitação por parte dos agentes.
“Vamos continuar com a valorização do agente penitenciário, mostrando para a categoria que eles são especiais para a realização do nosso trabalho. Não podemos admitir que essa grande apreensão continue acontecendo, e o agente é o ponto inicial do trabalho que será feito”, argumentou o secretário.
parte dos agentes (Foto: Daniel Peixoto/G1)
Todo o material apreendido será levado para a Secretaria de Segurança Pública da Paraíba. “Uma sindicância administrativa foi aberta para investigar a entrada de tudo que foi apreendido dentro da penitenciária, e que um inquérito policial também será feito para investigar a morte de um dos detentos durante a rebelião”, explicou Wallber.
Operação pente-fino
Wallber informou que 150 homens participaram da operação, entrando em todas as celas de três pavilhões do Presídio do Roger, e revistando todos os presos. “Contamos com 50 agentes penitenciários e outros 100 policiais militares nos ajudando”.
O tenente-coronel Arnado Sobrinho disse na coletiva que no ano de 2012, 800 celulares foram apreendidos em todas as operações de busca dentro de presídios, além de 400 facas e espetos artesanais.
Detentos feridos durante rebelião no presídio do
Roger são socorridos (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Rebelião no RogerRoger são socorridos (Foto: Walter Paparazzo/G1)
A rebelião no Presídio do Roger começou por volta das 10h da segunda-feira (28), quando detentos dos pavilhões 5 e 6 tentaram atear fogo em colchões do pavilhão 4. A confusão foi contida ainda pela manhã, com a entrada do Batalhão de Choque no presídio.
Arnaldo Sobrinho disse que assim que perceberam a movimentação dos detentos, os agentes penitenciários realizaram a primeira operação de contenção com disparos de armas não letais. “A ação foi providencial para evitar um problema de maior proporção. Em seguida, a situação foi controlada com a chegada de unidades especiais da Polícia Militar”.
Por volta das 11h30 o tumulto foi controlado, e segundo o tenente-coronel, logo em seguida, as tropas da PM, junto aos agentes do Sistema Penitenciário iniciaram uma operação pente-fino
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